As autoridades climáticas e meteorologistas internacionais estão alertando para os riscos climáticos previstos para o segundo semestre de 2026, destacando a necessidade de integração entre estados e municípios para minimizar os efeitos de possíveis desastres naturais ao longo dos próximos meses. O El Niño está ganhando poder rápidamente.
Significância de aquecimento em áreas monitoradas, a resposta da atmosfera a esse aquecimento deve começar a ser sentida de forma consistente a partir de julho, alterando chuvas e temperaturas em diversas regiões do Brasil.
Os sinais vêm se acumulando há semanas. Modelos climáticos de diferentes centros ao redor do mundo apontam para a formação de um El Niño ainda em 2026, com possibilidade de que o evento ganhe força expressiva no segundo semestre.
Com isso, a palavra "super" começou a circular em redes sociais — mas os próprios cientistas que estudam o fenômeno são os primeiros a pedir cautela.
O órgão americano responsável pelas previsões climáticas, o NOAA CPC, emitiu neste mês suas projeções para o fenômeno.
Segundo o boletim, condições neutras ainda prevalecem no Pacífico equatorial, mas a transição para El Niño é considerada provável a partir de maio-julho, com 61% de chance.
Para o fim do ano, a probabilidade de algum nível de El Niño sobe para mais de 90%.
O problema está no detalhe: dentro desse cenário, os modelos divergem muito sobre a intensidade.
- Projeções: O El Niño deve ser de forte intensidade e ter maior influência sobre o Brasil na primavera e no verão. 1
- Impactos: O fenômeno pode provocar estiagens severas, chuvas intensas e aumento das temperaturas médias. 1
- Precauções: O Cemaden alerta para a necessidade de ações preventivas ao governo federal, especialmente nas áreas de defesa civil, monitoramento ambiental, gestão hídrica e prevenção de queimadas. 1
- Interação com outros fenômenos: O El Niño pode interagir com outros fenômenos climáticos, como a Oscilação Madden-Julian, que favorece o enfraquecimento dos ventos alísios e permite que as águas do Pacífico equatorial se aqueçam com maior facilidade. 1
- Fontes: Risco de super El Niño existe, mas especialistas pedem cautela | G1
- https://youtu.be/NDxTgfJLZ8A?si=3L4qVAJLD-lhl0d6






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