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Publicado 06.15.2026

As autoridades climáticas e meteorologistas internacionais estão alertando para os riscos climáticos previstos para o segundo semestre de 2026, destacando a necessidade de integração entre estados e municípios para minimizar os efeitos de possíveis desastres naturais ao longo dos próximos meses. O El Niño está ganhando poder rápidamente.

Significância de aquecimento em áreas monitoradas, a resposta da atmosfera a esse aquecimento deve começar a ser sentida de forma consistente a partir de julho, alterando chuvas e temperaturas em diversas regiões do Brasil.

Os sinais vêm se acumulando há semanas. Modelos climáticos de diferentes centros ao redor do mundo apontam para a formação de um El Niño ainda em 2026, com possibilidade de que o evento ganhe força expressiva no segundo semestre.

Com isso, a palavra "super" começou a circular em redes sociais — mas os próprios cientistas que estudam o fenômeno são os primeiros a pedir cautela.

O órgão americano responsável pelas previsões climáticas, o NOAA CPC, emitiu neste mês suas projeções para o fenômeno.

Segundo o boletim, condições neutras ainda prevalecem no Pacífico equatorial, mas a transição para El Niño é considerada provável a partir de maio-julho, com 61% de chance.

Para o fim do ano, a probabilidade de algum nível de El Niño sobe para mais de 90%.

O problema está no detalhe: dentro desse cenário, os modelos divergem muito sobre a intensidade.

 

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